| Diretor do Dcaf convida Embrapa Café para parceria em novo programa do Departamento |
|
|
| Ter, 07 de Fevereiro de 2012 15:17 |
|
Participaram também do encontro, a gerente de transferência de tecnologia da Embrapa Café, Isabel Penteado, a coordenadora geral de planejamento estratégico do Dcaf, Cláudia Marinelli, e Rildo Gonçalves, assessor da Secretaria de Produção e Agroenergia (SPAE/Mapa), da qual o Dcaf faz parte. O grupo discutiu pontos estratégicos para implementação desse projeto relevante para o desenvolvimento e a sustentabilidade do agronegócio café no país. Para Alcântara, a intenção a partir de agora é focar na transferência de tecnologia e na capacitação do produtor, destacando o trabalho que a Embrapa Café vem desenvolvendo na gestão do programa de pesquisa do Consórcio. “Queremos coordenar um programa de qualificação e desenvolvimento e queremos que a Embrapa Café lidere isso. Minha ideia é iniciar esse programa com base na produção sustentável e em um bom programa de transferência, pois isso é necessário para que as tecnologias cheguem aos produtores”, adiantou. A proposta do diretor é que a Unidade, com sua experiência em pesquisa, desenvolvimento e inovação, contribua na construção de um documento norteador para a ação, elencando pesquisas e tecnologias que possam alinhar capacitação à transferência de tecnologia. A iniciativa apresentada pelo diretor do Dcaf veio ao encontro dos interesses da Unidade, segundo ressaltou o gerente geral Paulo Cesar Afonso Júnior. “Ficamos felizes com esse diálogo porque temos o mesmo discurso, principalmente quanto à preocupação em implementar ações de transferência de conhecimento e tecnologia”. Paulo Cesar explicou ainda que o Consórcio Pesquisa Café tem toda a competência e articulação para atuar nesse planejamento, assim como, na execução das ações. “Precisamos dar um salto nesse aspecto, construindo metodologias de repasse das tecnologias desenvolvidas nos projetos de pesquisa. Já temos muitas tecnologias prontas para irem a campo, o que temos que fazer agora é sistematizar esse processo”, ressaltou. Novos encontros deverão acontecer para viabilizar a construção desse programa inovador, que pretende estimular tanto a geração de conhecimento quanto a transferência deste, com base em uma boa prospecção de demandas para o desenvolvimento de tecnologias compatíveis com as necessidades do campo, considerando as particularidades de cada região, e com as exigências do agronegócio café brasileiro. Essa deve ser a linha orientadora das futuras ações. Área de Comunicação & Negócios da Embrapa Café |